O Hospital de Urgência de Teresina (HUT) celebra 18 anos de funcionamento consolidando-se como referência em urgência e emergência de média e alta complexidade. Ao longo de sua trajetória, a unidade já atendeu 1.144.182 pessoas, realizou 1.106.739 exames sempre prestando assistência não apenas à capital, mas a todo o estado do Piauí e regiões vizinhas. Inaugurado em 2008, durante a gestão do prefeito Sílvio Mendes, o hospital foi construído por meio de convênios com o Ministério da Saúde e contrapartida da Prefeitura de Teresina, totalizando, à época, um investimento de R$ 21.766.040,12. Atualmente, o custo mensal de manutenção gira em torno de R$ 30 milhões, sendo R$ 10 milhões repassados pelo Ministério da Saúde e o restante financiado pela prefeitura de Teresina. Na manhã desta terça-feira (05), foi realizado uma solenidade celebração dos 18 anos do Hospital. Reunindo autoridades, gestores e colaboradores, o evento reafirmou o compromisso conjunto no cuidado da saúde da população – seja teresinense, do interior do estado ou de outras unidades federativas. A presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Leopoldina Cipriano, agradeceu o esforço dos profissionais de saúde na promoção dos serviços ofertados pelo HUT. ”Eu quero agradecer aqui a equipe de gestores da Fundação, a cada profissional que faz o HUT nesses 18 anos. Vocês já transformaram a vida de muitas pessoas, já trouxeram vidas para muitas pessoas, e isso é muito importante, a gente não pode desistir nunca”, pontuou. A diretora-geral do HUT, Aranucha Brito, destaca o compromisso da instituição com a qualidade da assistência. “Estamos promovendo melhorias nos processos de trabalho e nosso objetivo é continuar evoluindo, sempre focados na excelência e na humanização do cuidado”, afirmou. Com funcionamento ininterrupto, 24 horas por dia, o acesso ao hospital ocorre por meio da Central de Regulação e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), garantindo o atendimento adequado ao perfil da unidade. O HUT segue investindo na melhoria da estrutura física, com destaque para obras de ampliação de leitos de UTI. Fonte: PMT
HUT completa 18 anos com mais de 1 milhão de atendimentos e avanços na assistência à saúde
SMPM promove rodas de conversa sobre inclusão e direitos no Abril Azul nos Serviços Florescer
A Prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM), realizou durante todo o mês de abril uma programação especial nos serviços Florescer com rodas de conversa voltadas à campanha Abril Azul, abordando a temática “Desafios, Direitos e Inclusão”. A iniciativa teve como objetivo promover conscientização, informação e acolhimento às mulheres atendidas pela rede, especialmente aquelas que convivem diretamente com a realidade do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em seus contextos familiares e sociais. Os encontros foram conduzidos pela advogada, Claudene Chaves e pela psicóloga, Joseli de Oliveira, técnicas da rede de enfrentamento à violência e empoderamento feminino, que abordaram questões relacionadas aos direitos das pessoas com autismo, inclusão social, acesso às políticas públicas e a importância do acolhimento familiar e comunitário. Durante os encontros, mulheres participaram de momentos de diálogo, escuta e troca de experiências, compartilhando vivências sobre maternidade atípica, inclusão social e acesso a políticas públicas. A ação reforçou a importância de ampliar o debate sobre autismo, combater preconceitos e garantir que informações qualificadas cheguem à população. Para a SMPM, discutir o autismo também significa reconhecer e acolher a realidade de muitas mulheres que assumem, diariamente, o cuidado e a defesa dos direitos de pessoas autistas. A Secretaria segue fortalecendo ações socioeducativas e reafirma seu compromisso com a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e respeitosa com as diferenças, promovendo cidadania, autonomia e proteção às mulheres em toda a rede de atendimento. Fonte: PMT
Reabertura da Escola de Circo transforma CSU do Parque Piauí em palco de cultura e formação artística nesta sexta (8)
Promovida pela Secult, a programação promete encantar o público com uma variedade de atrações do universo circense. O Centro Social Urbano (CSU) do Parque Piauí volta a ser um importante ponto de encontro da arte e da cultura nesta sexta-feira (8), a partir das 18h30, com a reabertura oficial da Escola de Circo. A iniciativa é da Secretaria de Estado da Cultura do Piauí, que vem fortalecendo o CSU como espaço estratégico de acesso à cultura e formação artística na comunidade. Para o secretário de Cultura, Rodrigo Amorim, a reabertura representa mais do que um evento pontual. “Estamos investindo na revitalização dos nossos espaços culturais e no fortalecimento de projetos que transformam vidas. O CSU é um equipamento essencial nesse processo, pois leva arte, formação e cidadania diretamente para a comunidade”, destacou o gestor. A programação promete encantar o público com uma variedade de atrações do universo circense, incluindo apresentações de palhaços, pernas de pau, acrobacias e performances com cospe-fogo, garantindo um espetáculo vibrante, interativo e acessível para todas as idades. O evento também integra as comemorações pelo Dia das Mães, oferecendo uma alternativa cultural para que famílias celebrem a data de forma leve, divertida e inclusiva. A ação reforça o compromisso da Secult em ampliar o acesso à cultura, valorizando iniciativas que aproximam a população das manifestações artísticas. Os ingressos terão valores populares: R$ 3 (individual) e R$ 5 (entrada familiar para até três pessoas), facilitando a participação da comunidade. “A reabertura da Escola de Circo marca um novo momento para o CSU do Parque Piauí, reafirmando seu compromisso com a democratização da cultura, o fortalecimento dos vínculos comunitários e o estímulo a novos talentos locais”, comenta Thiago Antunes, coordenador geral do local. O Centro Social Urbano é uma Casa de Cultura vinculada à Secretaria de Estado da Cultura e desempenha papel fundamental na promoção artística, incentivando o surgimento de novos talentos e valorizando a cultura popular local. Fonte: Governo do Piauí
Piauí garante atendimento 24 horas a mulheres vítimas de violência com proteção policial, abrigo e apoio psicossocial
Serviços integrados oferecem denúncia, medida protetiva de urgência, acolhimento e autonomia econômica em um só lugar. O Governo do Piauí mantém uma rede completa de atendimento para mulheres vítimas de violência, com serviços que funcionam 24 horas e podem ser acessados de forma presencial, por telefone ou pela internet. A estrutura reúne Polícia Militar do Piauí (PMPI), Polícia Civil, Casa da Mulher Brasileira e outros órgãos, garantindo desde o registro da denúncia até o acompanhamento contínuo das vítimas. A delegada Bruna Verena Fontele, diretora de Proteção à Mulher e aos Grupos Vulneráveis, destaca que o acesso foi ampliado para facilitar a denúncia. “As mulheres piauienses têm várias formas de pedir ajuda. Elas podem procurar qualquer delegacia, a Casa da Mulher Brasileira, ou registrar o boletim de ocorrência sem sair de casa, inclusive pelo WhatsApp, com o BO Fácil. Nosso objetivo é garantir que essa mulher se sinta segura para denunciar”, afirma. Os canais disponíveis incluem o telefone 190, para emergências, o 180, além de plataformas digitais como WhasApp (0800 086 0190), através do BO Fácil, ou da Delegacia Virtual pelo site delegaciavirtual.sinesp.gov.br. A medida protetiva também pode ser solicitada nesses canais, com análise rápida pelo Judiciário. Rede de proteção Na capital, a Casa da Mulher Brasileira funciona 24 horas e já realizou mais de 41 mil atendimentos desde a inauguração, em março de 2024. O espaço reúne, em um único local, serviços essenciais como: A coordenadora Andréia Bastos explica que a integração evita deslocamentos e acelera o atendimento. “A mulher encontra tudo em um só lugar. Ela pode registrar a ocorrência, pedir medida protetiva, receber apoio psicológico e, se necessário, permanecer em local seguro enquanto aguarda a decisão da Justiça”, afirma. Além do acolhimento, a Casa também oferece serviços de autonomia econômica, com encaminhamento para vagas de emprego e emissão de documentos, ajudando a romper o ciclo da violência. Acompanhamento das vitimas Outro braço da rede é a Patrulha Maria da Penha (PMPenha) da Polícia Militar, que é um grupamento especializado criado em 2020 para fiscalizar o cumprimento de medidas protetivas de urgência e proteger mulheres vítimas de violência doméstica. Ela realiza visitas técnicas e monitoramento, garantindo que o agressor não se aproxime da vítima. Segundo a soldada Iara Pinheiro, da PMPenha, a atuação em campo reforça a proteção dessas mulheres. “A gente realiza visitas mensais às mulheres com medida protetiva, verifica se está tudo bem e se a decisão judicial está sendo cumprida. Em caso de risco, orientamos que liguem imediatamente para o 190, porque a viatura mais próxima chega mais rápido, mas seguimos acompanhando cada caso de perto”, destaca. As mulheres podem acessar os serviços de forma gratuita e contínua. Em Teresina, a Casa da Mulher Brasileira funciona na Avenida Roraima, nº 2563, bairro Aeroporto. Também é possível buscar ajuda pelos canais 190, 180 e pelo atendimento digital. O objetivo é ampliar a proteção e garantir que nenhuma mulher fique sem assistência no Piauí. Fonte: Governo do Piauí
Porto Piauí e DNIT concluem levantamento de infraestrutura e avançam na implantação da hidrovia do Rio Parnaíba
A terceira etapa do levantamento ocorreu no Alto Parnaíba, nas cidades de Santa Filomena, Ribeiro Gonçalves e Uruçuí, no Piauí, e em Tasso Fragoso, no Maranhão. A Companhia Porto Piauí e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito (DNIT) concluíram o levantamento da infraestrutura construída pelo Governo Federal nas margens do Rio Parnaíba. A Ação faz parte do processo de delegação da via navegável do rio para desenvolver a hidrovia do Parnaíba. A terceira etapa do levantamento ocorreu no Alto Parnaíba, nas cidades de Santa Filomena, Ribeiro Gonçalves e Uruçuí, no Piauí, e em Tasso Fragoso, no Maranhão. A comissão registrou as estruturas, como rampas de atracação e cais flutuantes, feitas para uso de pequenas embarcações. O resultado das análises serão agora estudados pela Companhia e pelo DNIT para compor o processo de delegação da via navegável para a Porto Piauí. Segundo o gerente de gestão de ativos hidroviários da Porto Piauí, Yuri Lima, estas estruturas foram projetadas para embarcações pequenas, de pesca ou de transporte, como canoas, balsas e lanchas, e não para o transporte de cargas do porte que está sendo projetado para a hidrovia do Rio Parnaíba. “A princípio, elas não serão utilizadas pela hidrovia, mas podem vir a servir como pontos de apoio dentro da cadeia logística, como também para manutenção”, comentou. Ainda segundo Yuri, durante o levantamento ficou claro que o Rio Parnaíba já tem uma navegação intensa de transporte de carga entre as margens, pesca artesanal e o turismo. Em Uruçuí, por exemplo, as barcas de carga navegam até 40 quilômetros rio acima para entregar mercadorias. Já em Ilha Grande, as lanchas percorrem o Delta e o Rio Igaraçu, afluente do Parnaíba, levando turistas encantados com a paisagem e a biodiversidade do local. “O que vemos é que a navegação no Rio Parnaíba nunca parou, só perdeu envergadura. É um rio bastante navegado, mas vamos melhorar essa condição para retomar a navegação de grande porte para escoamento logístico”, explicou. Após a conclusão da delegação, a Porto Piauí irá iniciar os trabalhos de revitalização do Rio Parnaíba. Serão realizados trabalhos de dragagem e derrocagem, recuperação da vegetação ciliar e das nascentes e educação ambiental. As primeiras iniciativas para recuperação virão através do Programa Floresta Viva, lançado pelo BNDES, Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional e Governo do Piauí. O programa busca instituições para desenvolver ações de proteção de nascentes e recuperação da vegetação das margens do rio Parnaíba, com geração de emprego e renda. Uma consequência dessa revitalização é a hidrovia do rio Parnaíba: uma rota direta de sul ao norte do Piauí, com um modal seguro, sustentável e eficiente. O objetivo é aproximar o Porto Piauí dos produtores de grãos do sul do estado e do Matopiba (a região de divisa dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). O projeto prevê ainda a criação de Estações de Transbordo de Carga, em algumas cidades no curso do rio, e o uso da via para transporte de outros tipos de carga. Fonte: Governo do Piauí